Resumo - 02/02/2015
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-Você está dispensado! Foi a melhor frase que o príncipe ouviu nos últimos tempos, após concluir o treinamento e cumprir a missão que lhe fora entregue.
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-Você está dispensado! Foi a melhor frase que o príncipe ouviu nos últimos tempos, após concluir o treinamento e cumprir a missão que lhe fora entregue.
Sempre disposto e dedicado, realmente estava precisando de 'férias'. Já foi logo solicitar uma passagem para visitar seu amigo Euzébio, que se isolou em uma ilha distante para terminar seus dias em paz.
Uma viagem tranquila, quase 3 semanas no mar até chegar na ilha. Graças a habilidade do capitão, puderam evitar os perigos da viagem e chegar sãos ao destino.
Foi bem recebido por Euzébio e por todos habitantes da ilha, que muito curiosos, lhe faziam várias perguntas, principalmente sobre sua raça, que alguns nunca tinha visto ou ouvido falar: Draconato. O príncipe pôde descansar, mas não por muito tempo. Após um presságio, Euzébio informa a todos que o perigo se aproxima. Os habitantes, sob a liderança habilidosa do pai da família de meio-elfos, se preparam para o perigo como acharam prudente: reforçaram as cabanas, cavaram túneis para se esconder, vigiaram do ponto mais alto da ilha a aproximação de algum inimigo, entre outras medidas protetivas.
Na segunda madrugada após o presságio, foi avistada uma embarcação pirata se aproximando da ilha. Os habitantes já estavam preparados, com uma estratégia para resistir aos invasores. Os piratas sequer imaginavam que encontrariam resistência. "Mais um saque fácil" eles pensavam. Porém, desta vez, a estória foi outra. Quando o capitão pirata percebeu um grupo defendendo a ilha, deu logo as ordens: - Matem aquele grandão! Peguem ele! E partiram assim para o combate.
Os habitantes usaram de suas estratégias e conseguiram neutralizar alguns atacantes, porém a luta estava ficava muito perigosa. Os piratas, que eram em maior número, tinham treinamento de combate e estavam cercando os habitantes. Quando a luta parecia que teria um fim trágico para o príncipe e seu grupo, aparece um novo grupo atacando os piratas por trás. Eram os prisioneiros que estavam no barco e conseguiram se libertar.
A maioria dos piratas, sentindo a derrota iminente, se rendeu. Apenas dois deles (ambos carecas) conseguiram fugir. Mas não por muito tempo.
Alguns bravos entre os habitantes perseguiram-nos até a embarcação, evitando assim que eles fugissem. O mais novo dos carecas, ao tentar escalar o barco para se proteger dos perseguidores, foi alvejado pelas costas com virotes e faleceu. O mais velho, e também capitão dos piratas, tentou fugir à nado mas foi imobilizado, seriamente ferido, e feito prisioneiro.
É hora de comemorar a vitória, enterrar nossos mortos, e pensar no próximo passo.
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